quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

DIA NACIONAL DE COMBATE À INTOLERÂNCIA RELIGIOSA



Em outubro de 1999, o jornal Folha Universal estampou em sua capa uma foto da iyalorixá Gildásia dos Santos e Santos, a Mãe Gilda, em publicação com o título "Macumbeiros charlatões lesam o bolso e a vida dos clientes". A casa da Mãe Gilda foi invadida, seu marido foi agredido verbal e fisicamente e seu terreiro, depredado por integrantes de outro segmento religioso. Mãe Gilda morreu em 21 de janeiro de 2000, vítima de um infarto. Para combater atitudes discriminatórias e prestar homenagem a Mãe Gilda, foi instituído, em 27 de dezembro de 2007, pela Lei 11.635, o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, celebrado hoje (21).   Casos como o de Mãe Gilda não são isolados. Em 2014, o Disque 100 registrou 149 denúncias de discriminação religiosa no país. Mais de um quarto (26,17%) ocorreu no estado do Rio de Janeiro e 19,46%, em São Paulo. O número total caiu em relação a 2013, quando foram registradas 228 denúncias, mas, mesmo assim, mostra que a questão não foi superada no

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Lançamento do livro "Formação de professores e religiões de matrizes africanas: Um diálogo necessário" do Professor Erivaldo Santos

No próximo dia 21 de janeiro, Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, o professor universitário e Babalorixá Erisvaldo Santos irá realizar o lançamento da segunda edição do seu livro "Formação de professores e religiões de matrizes africanas: um diálogo necessário". O livro propõe uma reflexão sobre a intolerância religiosa no Brasil, tendo o campo da educação escolar como um espaço importante para a efetivação do Plano Nacional de Implementação da Lei 10.639/2003, que torna obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira nas escolas de ensino fundamental e médio.